VALE A PENA LER






Naquela noite,enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.


De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
...

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Porquê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha
envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela.
Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:"Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher compartilhar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir...

Valorize quem realmente te ama ... Pense nisso ... !!



Livro







Parte 8


O dia amanhece ensolarado e Alice despertar pensativa, havia se passado uma semana desde o ultimo e-mail, não avistou Marcos nos últimos dias e não sabia o que fazer. Já com John estava tudo certo, ele conseguiu um cineminha nesse final de semana com ela, pela primeira vez. Apesar de esta "tudo bem" com John algo a intrigava. Não havia momentos com Marcos, mais se sentia com se já estivesse em seus braços. Como isso? Ela se perguntava.
Aquela falta de resposta não saia de sua mente. Por diversas vezes John lhe questionava o porquê estava tão pensativa, ou mesmo que estava acontecendo algo, mas ela sempre respondia que estava tudo ótimo em sua vida.
Chegou ao trabalho, abriu seus e-mails e nada. Não resistiu e respondeu o ultimo e-mail.



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Podemos almoçar hoje!

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Após apertar no botão para o envio Alice ficou tremula, por um lado estava arrependida e por outro se sentia orgulhosa, estava dando um passo à frente, curiosa e sentimental, sabia que algo estava para acontecer. A resposta demorou porem quase no horário do almoço chegou.



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Hoje eu não posso, perdoe-me.

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Alice fica vermelha e se arrependeu de ter enviado o email, apaga o mesmo e tenta se concentrar no trabalho, mas chega outro e-mail logo em seguida.



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Tenho médico, desculpe!

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Ela lê o email mais de três vezes tentando entender o porquê ele lhe dava satisfação, mas logo pensou “deve ter inventado uma desculpa para não ficar chato”, continuou realizando suas tarefas.
   
                                                    ~//~

Chega à faculdade e alguém a espera na entrada.
-Boa noite Alice. John diz animado
-Boa noite.
-Não me dera mais atenção? O que esta acontecendo? Encontrou alguém melhor que eu? Risos.
-Há John, por favor. Deixe-me ir, com licença! Alice o empurra com delicadeza.
John, não aceita aquela situação, ela o quer, esta estranha, mas tem certeza que o quer, e além de tudo não aceita ser passado para trás. Resolve tomar outras atitudes.
Aguarda o horário do intervalo e vai até a sala de Alice, começa a conversar com as meninas na porta, queria chamar a atenção dela, porem Alice esta muito ocupada com seus próprios pensamentos e nem se da conta que John esta ali.

                                                      ~//~ 

Dias foram se passando e Alice não conseguia tirar Marcos da cabeça, ele não aparecia na empresa há tempos e ela não tinha intimidade com quase ninguém para perguntar. Resolveu tomar iniciativa e conversando com uma colega de trabalho disse:
-E o novo sócio? Nunca mais o vi, após a reunião ele sumiu, será que já desistiu? Sorriu para não demonstrar o nervosismo da pergunta.
-Não sei, inclusive o achei um gato, pena que é casado! Clara, fez uma careta ao responder.
-Casado? Como sabe? Alice perguntou tão espontaneamente que não deu tempo de se quer pensar que estava sendo indiscreta.
-Não viu o tamanho da aliança? E alem de tudo ouvi dizer que ele esta viajando com a esposa.
-Que bom! Respondeu Alice tentando não deixar transparecer sua decepção.



Retornou a sua mesa e tentou não pensar mais nele, porem não encontrava outra coisa na sua mente que não a fizesse lembrar daquele perfume, dos emails e do olhar que a tirava a concentração. “Se é casado porque me manda e-mails?” questionava em sua mente, “outro safado em minha vida” suspirou desanimada. 




Dia Internacional da Dança

Oiiii Galerinhaaaa...


Hoje é o dia internacional da dança, e sendo assim é um dia especial pra mim...



Eu começei a dançar aos 10 anos de idade, amo todos os ritmos de musicas, adoro dançar, cantar, estar em movimento.

Nosso pais é de riquezas, algumas as vezes nós nem conhecemos. gostaria de falar um pouco de alguns ritmos, bora ???

Vamos começar por um ritmo que eu adoro.





Em janeiro de 1991, a dança de rua começou no Brasil. Ela foi introduzida na cidade de Santos, pelo coreógrafo Marcelo Cirino, que idealizou um novo estilo,com um trabalho de pesquisa desde 1982 e foi incorporado elementos da cultura brasileira criando assim a dança de rua Brasileira.

Podemos caracterizar o  Street Dance como:


  • Um ritmo,onde se dá mais atenção aos movimentos fortes e enérgicos executados pelos braços, pernas, movimentos acrobáticos coreografados, saltos e saltos mortais.
  • Dança com raiz afro.
  • Um trabalho de coordenação motora com ritmo e musicalidade e luta






No Street são usadas músicas que tenham batidas fortes e marcantes,algumas músicas eletrônicas e em geral músicas cantadas em cima dos breaks.



O Street Dance quando vinculada ao movimento Hip Hop (Hip do inglês - quadril; Hop - pulo) toma um outro sentido na história e em sua formação.
Existem vários estilos de dança dentro do Street Dance, tais como:
  • Breaking;
  • Popping;
  • Locking;
  • Krumping;
  • Waacking;
  • House Dance;





O Hip Hop Dance é a união de todas as social dances. O "Break Beat" é a batida de fundo repetitiva muito conhecida pelos Mcs em seus shows. Os DJs tocam a música e os dançarinos (b.boys ou b.girls) dançam nessa batida da música.
Difere-se do Hip Hop Dance, que utiliza-se das danças sociais conhecidas, como Harlem Shake, Happy Feet, Monastery e etc. Em outras palavras, o Hip Hop é um estilo de dança mais dinâmico, já que veio de outras danças sociais.
Uma das grandes características vinculada ao Hip Hop é a improvisação e a mistura de linguagens como encenação teatral.







Gostaram??


Estamos bem ecléticos hoje, então bora falar também sobre o Jazz.




História do Jazz Dance No início, nas viagens dos navios negreiros da África para os Estados Unidos, os negros que não morriam de doenças eram obrigados a dançar para manterem a saúde. As danças tradicionais dos senhores brancos eram as mais polcas, as valsas e as quadrilhas, e os negros os imitavam para ridicularizá-los, mas dançavam de acordo com a visão que tinham de sua cultura européia, e misturando um pouco com as danças que conheciam, utilizando instrumentos de sua cultura. 


Dessa forma, surgiu o jazz, que era uma mistura da imitação dos ritmos europeus com os costumes naturais dos negros.


Em 1325, os tambores foram proibidos no sul dos Estados Unidos para evitar insurreições (revoltas) dos negros. Assim, para executar suas danças, eles foram obrigados a improvisar com outras formas de som, como palmas, sapateados, e o banjo. Mais uma vez, a dança dos negros dava um salto, aproximando ainda mais com o jazz que nós conhecemos atualmente.






No início deste século, as danças afro-americanas começaram a entrar para os salões, e a sofrer novas influências: do can-can e do charleston, principalmente. Logo, essa dança que se pode até chamar de "mista", tomou conta dos palcos da Broadway, se transformando na conhecida comédia musical que, por volta sua vez, é o segundo nome dado à dança mais conhecida como jazz.





Jack Cole, é por alguns considerado o pai da dança Jazz, foi um dos primeiros a interagir fundamentos da Dança Moderna e sua técnica de isolamento das partes do corpo. Sua técnica viria a influenciar toda uma geração como Matt Mattox, entre outros.









 O jazz tem certas características marcantes, incluindo a isolação, uma explosão de energia que se irradia dos quadris e um ritmo pulsante que dá o balanço certo e a qualidade do movimento. 









O comentário artístico e crítico, entretanto, geralmente acha o jazz uma dança de pouco valor coreográfico, por ser uma mistura de vários estilos pessoais derivados de um processo de improvisação, que organizados formam uma coreografia.






As diferentes técnicas do Jazz, tem demonstrado que muitos princípios foram herdados do Ballet Clássico e da Dança Moderna, e alguns professores tem divulgado e desenvolvido seus métodos de fundamentação técnica para a formação de bailarinos cada vez mais ecléticos. Poucos sabem qual será o futuro e suas novas influências, mas o que se pode afirmar é que até hoje, o Jazz tem sido uma das formas mais importantes da expressão artística.





E que tal mudarmos um pouquinho para um estilo mais Brasileiro?




Dança de Salão refere-se a diversos tipos de danças executadas por um par de dançarinos. As danças de salão são praticadas socialmente, como forma de entretenimento, integração social e competitivamente como Desporto. Alguns dos tipos de dança de salão foram desenvolvidos no Brasil, com, por exemplo: o forró (do Nordeste), o samba de gafieira, o maxixe entre outras.










A Festa Junina tem origem nos antepassados das cortes reais na Europa, tomando chá na corte do Rei Luís XIV, na França. É possível que eles se abracem todos lateralmente, pelo fato de que, na época, os soldados carregavam a espada no lado esquerdo. Também era evidente a postura clássica, ereta e com o torso fixo, como no balé, que tem a mesma origem.







A dança de casal foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das Américas, onde deu origem às muitas variedades, à medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos, como a salsa, o bolero, a rumba etc.




Nos Estados Unidos, o Swing surgiu de grupos negros dançando ao som de jazz no início dos anos vinte. As primeiras danças criadas foram o charleston e o lindy hop. Essas deram origem a vários outros tipos de danças estadunidenses, como o Jiterburg, o balboa, o west coast swing e o east coast swing.




 No Brasil, os ritmos mais praticados, são oito, tanto nos bailes quanto nas escolas especializadas. Sendo eles: bolero, soltinho, samba, forrá, lambada, zouk, salsa e tango, sendo que ainda podemos encontrar diversas variações destes ritmos.






Genteee eu adorei pesquisar sobre esse assunto, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre os ritmos e estilos musicais, mas de verdade?? o que importa é se mexer, sentir, fechar os olhos e simplesmente dançar... 







Beijos


Nunca estamos só









Havia um casal de ateus que tinha uma filha. Os pais jamais lhe falaram de Deus.
Uma noite, quando a menina tinha cinco anos, seus pais brigaram e o pai atirou em sua mãe. Em seguida se suicidou.Tudo isto diante da menininha.
Ela foi enviada a um lar adotivo. Sua nova mãe levou-a a uma igreja. Nesse dia, a mãe explicou à professora das crianças que a menina jamais havia escutado falar de Jesus e que, por favor, ela tivesse paciência.
A professora apanhou uma figura de Jesus e perguntou a todos: “Alguém sabe quem é essa pessoa?”.
A menininha respondeu: “Eu sei, eu sei, esse é o homem que estava segurando minha mão na noite em que meus pais morreram…”




Dias difíceis



  




Quem nunca passou por uma noite difícil? 
Quem nunca chorou antes de dormir?
As vezes o desespero aperta, as vezes a vontade de dar certo é maior que a confiança no amanhã, e nos perdemos no que é real ou mentira, na razão ou coração, do que é verdadeiro ou pura ilusão.
Quando a dor aperta e a vontade de mudança aparece não há jeito, precisamos seguir em frente, deixar o passado lá trás, enfrentar as dificuldades do "á frente".
Sei que não é fácil, mas quem disse que seria? Nossa passagem apesar de não parecer as vezes, é rápida, mas muito necessária, não desperdice dias, não desperdice palavras, viva, ame e cresça, evolua sempre.
As vezes aquilo que parece o fim pode ser apenas o começo.


Um ótimo dia a todos!!!







Outono










Galerinhaaa eu simplesmente adorooo Outono e como não tive tempo antes estou dando uma passadinha para falar sobre ele hora... rs











È simplesmente maravilhoso estar quentinha, mas não ao ponte de esta quente de mais... rs

Gosto desse ar neutro, uma chuvinha de vez em quando a noite, um chazinho e mais ainda um cobertor de orelha bem quentinho... Hummmm

Sem falar no Look que fica muito mais lindinho... 

Achei algumas tendencias bem legais... Espero que gostem
!!!



















Hummm que delicinha genteee, hoje é dia do Café...

Quem não gosta daquele cheirinho que invade a cozinha de manhã em ??? Da uma fominhaaaa, eu adoro um cafézinho no final da tarde com um pãozinho caseiro cheio de manteiga... Me deu aguá na boca
rsrs







Livro







Parte 7


A noite cai e Alice caminha devagar rumo à faculdade, já não esta mais preocupada com quem irá encontrar, na verdade ela nem se lembrava de John desde quando aqueles olhos azuis entraram em sua vida, nem pensa mais em outra coisa. Chega a frente à faculdade e se depara com ele, John esta um pouco mais a frente ao avistá-la vem ao seu encontro. Ela aperta o passo se recordando da ultima vez que o viu, ele também aperta o passo quase correndo para alcançá-la.
-Boa noite Alice, estava fugindo de mim?
-Porque estaria? Ela responde sem se virar para ela.
-Não sei talvez o fato de nem olhar para minha cara ao falar.
Ela vira para ele, olha em seus olhos e responde.
-Apenas não tenho nada para tratar com você! Vira-se e continuar caminhando para a sala.
Com o coração dolorido, mais com uma sensação incrível de vitória ela chega à sala de aula, sabe que ele ainda vai demorar em aceitar que ela não será mais idiota, mas esta determinada.
Chega o horário de intervalo entre as aulas e quem aparece na porta? Sim, John. Ela nem se da o trabalho de se virar para ele, simplesmente continua conversando com Jéssica e fingi que não o viu. John caminha até ela, incrédulo, ela jamais conseguira ser tão fria, mesmo quando ela namorava não o resistirá e não seria diferente agora. Quando finalmente ele estava a sua frente, ela levantou o olhar e ele perguntou.
-Podemos conversar?
-Não temos nada o que dizer um para o outro.
-Eu tenho, pode ao menos ouvir?
-Sente-se. Disse Alice apontando para a cadeira a sua frente onde estava Jéssica que ao sentir a aproximação de John levantou-se rapidamente.
-Porque não veio semana passada? Você estava bem?
-Sim, estava ótima.
Ele aguarda pela resposta de sua primeira pergunta, quando vê que Alice não dirá mais nada ele a repete.
-Então porque não veio?
-Por que tinha coisas para fazer no trabalho. Ela diz olhando para o chão e deixa explícito que esta mentindo.
Ele pega em seu queixo e procura por seus olhos.
-Alice, diz a verdade! Foi o que aconteceu no shopping?
Alice com as bochechas vermelhas de raiva por se lembrar da ultima cena, tira o rosto que há pouco tempo atrás era calmo de suas mãos e o encara.
-O que tem para me dizer sobre o shopping?
-Não aconteceu nada, apenas tive medo! Ele responde baixando a cabeça.
-Medo? Do que?
-Você estava chegando muito perto, tive medo! Odeio escândalos.
-E eu lá sou mulher de escândalos? Questiona ela ainda com muita raiva.
Ele levantou os olhos e disse.
-Nós dois namorávamos, se eu a encontrasse com o cara e me aproximasse, o que você faria? Foi à única forma de te manter longe.
-Me manter longe?
-Tive medo, me desculpa.
Ela se acalmava aos poucos ao se lembrar que também começou errada com ele, nunca deixava Carlos esperar por ela fora do carro, sempre dava uma desculpa, uma hora dizia que era mais rápido ele já estar no carro, outra pedia para vir em cima da hora ou mesmo para pega-lá na rua de cima, afirmando que seria caminho.
Ela olha para ele e respondeu.
-Ok, não precisa se desculpar, nós nunca tivemos nada.
John se sentiu mal, nunca ouviu aquilo de mulher nenhuma, pegou suas mãos, beijou e disse:
-Logo seremos apenas nós dois. Prove-me que me perdoa, vamos comer alguma coisa.


Levantam-se, Alice já não sabe mais se gosta dessa expressão, “nós”. 

A imagem de Marcos não sai de sua cabeça e tem duvidas agora. Caminha até a cafeteria, John pede um café aos dois e Alice percebe que não havia dito nada a ele.
-Porque café?
-Você sempre toma café. Respondeu ele com um ponto de interrogação em seu rosto.
-Não, você sempre escolhe por mim. Quero leite quente hoje. Diz alto olhando para o garçom que já estava com o café nas mãos.

Pela primeira vez Alice percebe que John sempre a tratou como queria, ela dava as cartas e ele regia o jogo. Isso esta errado! Pensou ela. John por sua vez aguarda um pouco irritado ao seu lado, mas prefere não dizer nada para não piorar as coisas. Estava sempre acostumado a dizer o que fazer, para onde ir, e como fariam sempre ele quem comandava as diversas mulheres de sua vida. Tomaram o café e voltaram conversando para a sala agora sobre as provas que já estavam próximas.




Genteeee olha só o livro que estou lendo, eu realmente recomendo, muito bom...

Ainda estou na metade, mas já estou super curiosa para saber o final.







Adorooooo ler... e vocês ?





Hoje venho com muita tristeza falar sobre essa doença que é uma das maiores causas de Morte em todo o mundo, suas causas são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas. As causas externas relacionam-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de um ambiente social e cultural. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. Esses fatores causais podem interagir de várias formas, aumentando a probabilidade de transformações malignas nas células normais, acredito eu que são pessoas escolhidas por Deus, aqueles anjos que possuem necessidade de um aprendizado diferencial.


Meus Parabéns aqueles que conseguiram driblar, lutar e ganhar dessa doença. 
E meus pesares aqueles que infelizmente não conseguiram nem mesmo tempo para enfrentar tudo isso.















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