Livro






Parte 10


A segunda amanheceu chuvosa e Alice mal humorada logo cedo se apronta para mais um dia de trabalho.
Sai do taxi correndo para evitar se molhar e se surpreende com um palito protegendo-a.
-Obrigada? Diz Alice levantando seus olhos para aquele que a protegeu.
-Foi um prazer, e iria chegar muito molhada. Sorriu.
Era ele, ela estava arrepiada por estar tão perto, mal sentia o ar entrar em seus pulmões, apenas aquele cheiro que agora, assim tão perto era quase sufocante. Não conseguia responder, apenas acenou a cabeça em forma de agradecimento e baixou devagar notando a aliança que realmente brilhava em seu dedo.
-Cavalheiro ele não?
Diz Clara assim que Alice se sentou.
-Que susto Clara, de quem esta falando? Perguntou Alice fingindo não entender o que ela dizia.
-Há não se faça de boba menina, vi o bonitão chegando com você, que sorte, protegendo-a da chuva. Saiu rindo alto.
Alice voltando a seu estado normal começou a ficar irritada, porque não conseguia tratar ele com frieza, afinal, era casado. A aliança realmente era muito visível e ele a tratava com todo o cavalheirismo, que falso, pensou ela a tentar se concentrar em seu serviço.

Uma hora antes do seu horário habitual de almoço ela recebe um e-mail.

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Esta livre para almoçar comigo hoje?

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Alice sente seu rosto quente de irritação e ao mesmo tempo seu coração disparado com a adrenalina de estar fazendo algo errado. Ficou olhando aquele e-mail sem saber o que devia responder, até que não conseguiu agüentar e respondeu.


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Onde?

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Mal conseguia digitar quando por fim apertou o botão de enviar e novamente suas pernas começar a tremer. Em questão de minutos outro email chegou.

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Gosta de massa?

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Sim.

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Espero-te as 13h00min em meu carro na esquina da empresa.

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Alice não sabia o que responder e decidiu não dizer nada, embargada naquele momento de sensações diferenciadas olhou para o relógio, faltava apenas 20 minutos e precisava se aprontar para aquele momento tão esperado.








Como é difícil se apaixonar, porem o mais difícil ainda seja não se apaixonar.
As vezes desejo isso, mas será que vale a pena?
Se for aquela paixão que dá cala frios, que rompe as barreiras, que te modifica para melhor, que te faz chegar nas nuvens. 
Será que essa também não vale a pena,
mesmo que como as outras ela acabe, mesmo que não tenha um final feliz.
Mas eu vivi, eu pude sentir toda essa energia.
E quando esse amor ficar triste?
E quando esse amor me fizer chorar?
Quando eu ver tudo nublado?
Será errado deixar ele passar? 
Será errado desejar tudo isso mais uma vez?
Não, pois o dom todos tempos, apenas precisamos aperfeiçoar e com eu, você também precise deixar esse nosso "amor" passar...


Uma ótima sexta a todos...















“A Culpa é das Estrelas”


Ontem eu finalmente fui assistir o filme “A Culpa é das Estrelas”, estou chorando até agora... rs
È muito emocionante e nos trás uma boa reflexão da vida, de como olhamos pouco ao nosso redor, de como somos por muitas vezes individualistas e egoístas, observando apenas a nossa própria dor. Quantas pessoas passam pela mesma situação apresentada no filme, quantas crianças descobrem essa doença, novas e vivem pelo resto da vida em tratamento e como reclamamos ridiculamente de nossos próprios problemas que muitas vezes são inofensivos.
Como é citado no filme “Essa é a sua vida, apenas aceite-a.”
Não reclame, aproveite essa oportunidade para viver, se alegrar e ser feliz, não se sabe ao certo se haverá novas oportunidades, vamos aproveitar essa, agora e simplesmente ser feliz,

Assistam, é lindooooo... sz















"É uma metáfora, eles não matam se você 

não acender. Tipovocê coloca a coisa que mata 

entre os dentesmas não  a ela o poder de completar o 

serviço"












E se fosse assim...

E se ao invés de reclamar as pessoas simplesmente aceitasse? E se começássemos observar as dores dos outros antes de cair de remorso por nós mesmos? 
Somo egoístas, eu sei, somos maus, gostamos sempre mais do que o outro tem e nunca estamos satisfeitos com nada, será que realmente merecemos tudo o que pedimos? Se nem o básico conseguimos alcançar. Precisamos de placas com escritas obvieis para não cometer erros idiotas, e mesmo assim ainda chegamos a cometer, não temos paciência com nosso futuro e simplesmente escondemos nosso passado, que mundo é esse? Será que realmente acaba aqui, assim? Sem objetivo, sem mudanças? Eu não consigo acreditar, mas realmente me assusta o fato de ao invés de evoluir estamos apenas retrocedendo com a maldade, impedindo de acreditar que ainda não é o fim e que o começo talvez nem valeu apena existir.














A latinha de leite

Um fato real. Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela, um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos 
"vai trabalhar e não amole", 
ouvia-se detrás da porta; "aqui não há nada moleque...",
 dizia outro...
As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças... Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes 
"Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... coitadinhos!" 
E voltou com uma latinha de leite.
Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos "você é mais velho, tome primeiro..." 
e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua.
Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino! Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. 
Depois, estendendo a lata, diz ao irmão 
"Agora é sua vez. Só um pouco." 
E o irmãozinho, dando um grande gole exclama 
"como está gostoso!"
"Agora eu", diz o mais velho.
E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada.
"Agora você", "Agora eu", "Agora você", "Agora eu"..
E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite todo...ele sozinho.
Esse "agora você", "agora eu" 
encheram-me os olhos de lágrimas... 
E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. 
O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria. 
Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.

Faça também a sua parte, dê mais e espero menos em troca!!!
















Anjo



Acredita em anjo
Pois é, sou o seu

Soube que anda triste

Que sente falta de alguém
Que não quer amar ninguém
Por isso estou aqui
Vim cuidar de você
Te proteger, te fazer sorrir
Te entender, te ouvir
E quando tiver cansada
Cantar pra você dormir
Te colocar sobre as minhas asas
Te apresentar as estrelas do meu céu
Passar em Saturno e roubar o seu mais lindo anel
Vou secar qualquer lágrima
Que ousar cair
Vou desviar todo mal do seu pensamento
Vou estar contigo a todo momento
Sem que você me veja
Farei tudo que você deseja
Mas, de repente você me beija
O coração dispara
E a consciência sente dor
E eu descubro que além de anjo
Eu posso ser seu amor.




Grupo Doce Encontro




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